E, por me ter referido no poste precedente, ainda que de passagem, a um caso de um menu em inglês que não estava devidamente traduzido para a língua de Camões, permitam-me agora contrastar com este menu indevidamente traduzido para a de Shakespeare. Se tudo o que lá aparece tem de ser à alguma coisa, então o menu, pelo desenrascanço e pelo rigor, é mesmo à brasileira. Vinguem-se dos gringos!
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