A propósito do primeiro comentário ao meu
poste anterior, da autoria de alguém que escolheu a referência
intimidades para se identificar, referência essa que por sua vez nos remete para
blogues com os sugestivos nomes de
Desejos Íntimos e
Sensualidades e que de mim se despede, mandando-me vários beijos e identificando-se por Paula, embora eu não faça a mínima ideia de quem se trata, ocorreu-me trazer à conversa estes dois antigos cartazes militares dedicados à questão das doenças venéreas dos militares.

Escolhi dois cartazes característicos das duas abordagens distintas, diria mesmo antagónicas, para esse problema. O de cima representa a vertente moralizadora. Nele lê-se
Os homens que sabem dizem não às prostitutas. Diga-se a propósito que o primeiro
feito que tornou conhecido entre os soldados britânicos da Segunda Guerra Mundial o
General Montgomery foi uma circular que ele redigiu em França no princípio de 1940 sobre os perigos
temíveis das doenças venéreas e a
importância militar da castidade…

A outra abordagem era, obviamente, tentar combater o problema através da distribuição de preservativos e, como se pode ler no cartaz acima, promovendo o seu uso pelos soldados. "
Cruzar os Dedos" não vai evitar as doenças venéreas – lê-se em cima –
mas um profiláctico evita – conclui-se em baixo. Note-se contudo, apesar de toda a
abertura, o cuidado excessivo (senão mesmo o pudor…) em designar o preservativo no cartaz por
prophylaxis quando o seu nome vulgar em inglês é
condom…
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