Em itálico como eu gosto, e a azul como ele gosta, para assinalar como citação, estas são as palavras de um artigo da Sábado de 22 de Fevereiro, assinado por José Pacheco Pereira. Confesso que, por preguiça, e conhecendo-lhe os hábitos de afixar no seu blogue o material que vai publicando na Sábado e no Público, fiquei à espera que mais uma vez o fizesse, poupando-me a transcrição acima.
Hoje, Domingo, já dei o assunto por encerrado afixados artigos posteriores, embora me deixem intrigado as razões do seu (não) gesto, que o esquecimento e a falta de tempo para afixar alguns dos artigos serão certamente hipóteses a descartar… É verdade que é um pouco bizarro encontrar José Pacheco Pereira num momento especial, elogioso de um membro do governo… Por outro lado, como já escrevi num poste anterior, tenho um significativo desacordo com aquilo que escreveu.
É que a nobreza de carácter que Pacheco Pereira quer fazer depositar nos ombros de Luís Amado não parecem assentar nada bem na evidente trajectória aos ziguezagues que o ministro tem vindo a cumprir. Mas o propósito deste poste é o de dar o merecido destaque a um feliz comentário sintético a respeito daquele artigo, que por sinal foi feito por alguém nada dado ao comentário ordinário: Sentido de estado?... Sentido de estado, o c******!....
Concordo em absoluto! Pacheco Pereira tem feito bastante contorcionismo para defender algumas coisas indefensáveis. É vê-lo e ouvi-lo na “Quadratura d Círculo”.
ResponderEliminarExcelente “post” (para variar!).