ALM dedica-se a analisar, por sua vez, a paginação do Público do dia seguinte (13/08) e conclui que o alinhamento feito pelo jornal pouco diverge com o do criticado Telejornal da RTP do dia anterior… A resposta de JMF a essa contundente análise – donde retirei a declaração de princípios citada no post acima – é uma extensa coluna repleta de imensos princípios… mas muito seca de factos concretos.
Atente-se que o que se pode apenas concluir do texto de Marinho é que, usando a lógica de Fernandes, o Público também poderia estar sob a suspeita de sofrer interferências governamentais. O que ALM escreveu tem piada e impacto, mas contorna o cerne da questão levantada pela crónica original de Eduardo Cintra Torres (ECT). E competiria a JMF, querendo dizer ainda mais qualquer coisa, recentrar aí a discussão em vez de escrever inanidades.
Com esta sua disposição de dizer sempre mais qualquer coisa, ainda que seja completamente irrelevante para a matéria em causa, que parece ser seu costume quando se envolve em controvérsias, JMF faz lembrar um pouco aqueles treinadores de boxe a quem falta o sentido de tempo correcto para atirar a toalha ao ringue* enquanto o seu atleta (neste caso o próprio...) ali está a ser massacrado…
Com esta sua disposição de dizer sempre mais qualquer coisa, ainda que seja completamente irrelevante para a matéria em causa, que parece ser seu costume quando se envolve em controvérsias, JMF faz lembrar um pouco aqueles treinadores de boxe a quem falta o sentido de tempo correcto para atirar a toalha ao ringue* enquanto o seu atleta (neste caso o próprio...) ali está a ser massacrado…
* Sinal de desistência.
Sem comentários:
Enviar um comentário