
Os tempos são não só de crise como parecem ser de guerra. Uma
feroz guerra civil que se trava aqui na
blogosfera quotidianamente, entre os apaniguados laranjas e rosas. De entre os segundos emerge aquele verdadeiro
monumento ao
profissionalismo político na
blogosfera que dá pelo nome de
Câmara Corporativa. Volta e meia, ali se
arregimentam todos os textos escritos que eles consideram valer a pena destacar seja em prol dos seus ou então – como aconteceu
neste meu último recrutamento (acima) – tudo aquilo
em que se malhe na Direita – para aplicar a
expressão imorredoura de Santos Silva…
Anteriormente, nunca me incomodou a utilização do que escrevera num contexto tão faccioso e parcial como a
Câmara Corporativa o faz. Actualmente, considerando o ambiente cada vez mais sórdido em que esta disputa política está a ser travada, estas minhas participações, ainda que involuntárias, já me incomodam. Outros textos que escrevo e que os da
Câmara Corporativa lêem (mas obviamente não usam) são inequívocos quanto ao que penso de
quem dirige a facção deles. Nesta sua
guerra que tanto os traz entretidos (e aos adversários) pretendo permanecer neutral, não quero ser
incorporado…
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